O corpo dele ainda vibrava com o último orgasmo, a pele suada, o peito arfando com a respiração irregular. Mas ela não parou. Ela desceu. Beijou seu peito, seus mamilos, seu abdômen — cada parte com a língua lenta, quase provocando risos nervosos. Ela sabia o que fazia. Sabia que ele já estava hipersensível e que cada toque agora seria uma tortura deliciosa. E foi com esse sorriso no canto dos lábios que ela chegou ao sexo dele. E o encontrou ainda ereto. Bravo. Firme, como se gritasse: me use de novo. Ela olhou para ele por baixo das sobrancelhas, com o cabelo caindo pelas laterais do rosto, como uma sacerdotisa prestes a realizar o mais antigo dos rituais. E então... ela começou. Primeiro, com a língua. Um toque longo, da base à ponta. Depois, um beijo molhado, envolvente, quase carinhoso. E então, o sugou devagar, com a boca inteira, sentindo cada pulsação, cada estremecer, cada gemido engolido. Ele se retorcia. O corpo dele arqueava em um reflexo involuntário, e as mãos apertavam o lençol, depois a própria testa, depois o travesseiro, como se buscassem um apoio no mundo real. Mas não havia mundo real ali. Só a boca dela. Só o prazer. Só a queda livre. Ela alternava ritmos como quem toca um instrumento sagrado: ora o engolia até a garganta, fazendo-o perder a noção de espaço; ora girava a língua na ponta enquanto apertava a base com a mão, lenta e firme. De vez em quando, parava só para beijá-lo no interior da coxa, lambê-lo ali, entre os espaços, como se dissesse: eu não tenho pressa — você é meu agora. E ele... Ah, ele gemia. Tentava resistir, mas não havia como. Ele murmurou entre os dentes, como se implorasse para que ela parasse ou não parasse nunca. E ela continuava. Por horas. Sem exagero. Revezando os estímulos, acompanhando com toques nos testículos, com carícias no ventre e um controle absoluto do ritmo, do volume e da pressão. Ela o conduziu à beira várias vezes. E recuou. Só para vê-lo gemer com mais desespero. Ele gozou com força. O quarto se encheu do som do corpo que não aguenta mais segurar. Mas ela não parou de imediato.
Ela continuou devagar, apenas com a língua, limpando, lambendo e prolongando a sensação. Como quem quer que ele saiba: aqui, você não cai. Aqui, você desaba — e eu te seguro.
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